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Já ouviram falar da rã madeira do Alasca? Incrível, congela no Inverno e....

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Há várias criaturas que possuem certa tolerância a temperaturas abaixo de zero, mas nenhuma é tão surpreendente quanto a rã madeira do Alasca . Esse pequeno anfíbio pode sobreviver mesmo sendo quase completamente congelado durante o inverno, podendo praticamente ressuscitar quando chega a primavera. Durante dias ou até mesmo semanas desse período de hibernação de inverno mais de 60% do corpo da rã é congelado. Sua respiração cutânea é interrompida e seu coração para de bater. Seus processos físicos, como a actividade metabólica e a produção de resíduos, chegam praticamente a um impasse. “ Para todos os efeitos, eles estão mortos “, disse Don Larson, um estudante Ph.D. em Fairbanks, Alasca. De acordo com sua pesquisa, rãs madeira podem sobreviver a longos invernos, nos quais as temperaturas variam entre -9°C e -18°C. Na verdade, elas pode passar de 10 a 15 ciclos de congelamento e descongelamento ao longo de uma única estação. Os investigadores descobriram que a razão para esse ...

O bolo rei e a sua origem

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Bolo-rei  é um bolo típico português que se come tradicionalmente entre o Natal e o Dia de Reis. O seu nome alude aos três reis magos. De forma redonda, com grande buraco no centro, é feito de uma massa branca e fofa misturada com passas, frutos secos e frutas cristalizadas.  Tradicionalmente, no interior do bolo encontravam-se também uma fava seca e um pequeno brinde, normalmente feito de metal. A fava dava a quem a recebesse numa fatia o direito de pagar o próximo bolo-rei, e o brinde dava sorte a quem o encontrasse. Consta que havia ainda quem colocasse nos bolos pequenas adivinhas, cuja recompensa seria meia libra de ouro, ou mesmo as próprias moedas de ouro, como forma de presentear a quem se oferecia o bolo. A origem do bolo-rei remonta, ao que se sabe, ao tempo dos romanos. Estes tinham por hábito eleger o rei da festa durante os banquetes festivos, o que era feito tirando à sorte com favas, pelo que era também designado por vezes de rei da...

Dia mundial da Paz

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O  Dia Mundial da Paz , inicialmente chamado simplesmente de  Dia da Paz , é comemorado em 1 de Janeiro, tendo sido criado pelo papa Paulo VI em 1967. Em 8 de Dezembro de 1967, o papa Paulo VI escreveu uma mensagem propondo a criação do  Dia Mundial da Paz , a ser festejado no dia 1 de Janeiro de cada ano. Mas o papa não queria que a comemoração se restringisse apenas aos católicos – para ele, a verdadeira celebração da paz só estaria completa se envolvesse todos os homens, não importando a religião. “A proposta de dedicar à paz o primeiro dia do novo ano não tem a pretensão de ser qualificada como exclusivamente nossa, religiosa ou católica. Antes, seria para desejar que ela encontrasse a adesão de todos os verdadeiros amigos da paz”, dizia, em sua mensagem. No texto, expressava seu desejo de que esta iniciativa ganhasse adesão ao redor do mundo com “carácter sincero e forte de uma humanidade consciente e liberta dos seus ...

Alguns rituais da passagem de ano

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Acredite-se ou não na superstição, no ano novo quase todos recorrem a uma ou outra tradição milenar.  Ninguém sabe muito bem quando começaram estas tradições ou até o que simbolizam. “Não é possível descobrir o ano exacto em que começaram. O interessante é perceber que o significado genérico destes costumes mantém-se." Porquê 12 passas e não cinco pinhões? Há pessoas que não suportam a textura das passas ou o seu sabor, mas no dia 31 de Dezembro lá ficam com a mão cheia de uvas secas e desejos por pedir.  Para esta superstição há muitas explicações. Que cada passa simboliza um dos meses do ano é a mais óbvia, mas o antropólogo Francisco Vaz Silva aponta outra. “O nosso calendário é o solar, mas o lunar também é usado. Como tem menos 12 dias, no último mês acertavam-se as diferenças. As passas simbolizavam esses dias.”  Há ainda outro simbolismo. “Os dias acrescentavam-se a partir de 26. Logo, a noite de ano novo ficava no meio desses dias. Nas aldeias ...

Dizem que é a árvore da morte, a mais perigosa do planeta

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Hippomane Mancinella é o seu nome científico, porém é melhor conhecido como “A Árvore da Morte” ou “A Camomila da Morte” , esta árvore goza do privilégio de estar nos registos do Guinness Records. Esta árvore cresce nas regiões costeiras, sobre solos arenosos de alta concentração de sal. Se estende da Flórida para a Colombia e abunda em várias ilhas do Mar do Caribe, incluindo a ilha de Margarita na Venezuela. A camomila da morte é uma árvore que pode atingir 20 metros de altura se seu tronco crescer em linha reta, mas, devido à sua distribuição costeira, não é incomum colapsar durante o seu crescimento, adotando uma forma quase rasteira e extremamente tortuosa. O tronco e os numerosos ramos são cobertos com uma crosta grossa e quebrada, de cor cinza. De acordo com especialistas, seu nome é derivado da seguinte forma: Hippomane provém das palavras gregas hippo, que significa cavalo. Nomeada assim pelo filosófico Theophrastus (371a.C.-287a.C.) depois de ver que os cavalos fic...

Sabiam que houve um rei de Portugal que era sobredotado?

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Antes de completar 2 anos já falava alemão e o francês. Aos 12 falava latim e grego e escrevia artigos em jornais. Foi o rei sobredotado D. Pedro V. D. Pedro V, filho primogénito de D. Maria II e de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gota, nasceu em Lisboa em 16 de Setembro de 1837 e aí também morreu em 11 de Novembro de 1861, contando pouco mais de vinte e quatro anos.  Trigésimo primeiro rei de Portugal, ficou conhecido pelo cognome de “o Esperançoso”. Mas apesar de ter sido Rei de Portugal durante muito pouco tempo por ter falecido muito jovem, D. Pedro V ficou para sempre na memória do povo que assistiu aos seus nobres actos de bondade. Era um Rei amado e acarinho e, sobretudo, muito inteligente. Tão inteligente que ganhou fama de sobredotado. Sucede ao trono de Portugal, pelo falecimento de sua mãe, que morre com apenas 34 anos de idade, em 15 de Novembro de 1853. D. Fernando II governa o reino na qualidade de regente durante a menoridade de D. Pedro V.  D...

Já ouviram falar da tradição do bananeiro em Braga?

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UMA BANANA E UM COPO DE MOSCATEL, POR FAVOR Está a chegar mais um Natal e com ele o tão esperado encontro de amigos e familiares na famosa rua do Souto, mais precisamente na loja “Bananeiro”. A ida ao “Bananeiro”, horas antes da consoada, é uma das tradições mais seguidas pelos Bracarenses. Tudo começou há mais de três décadas na loja Casa das Bananas. Nessa época o estabelecimento pertencente a Manuel Rio, era apenas um armazém de bananas, que para atrair mais clientes, montou um pequeno balcão onde se bebia o vinho moscatel ; e quando o cliente pedia algo para confortar o estômago, o proprietário apresentava-lhe uma banana da casa. Mas esta combinação invulgar ganhou mais força com a pequena tradição que os antigos colegas de liceu do filho do proprietário, Jorge Rio, conhecido na cidade como o “bananeiro”, criaram ao se juntarem pela altura do Natal, na Casa das Bananas, para brindarem com um cálice de moscatel acompanhado de uma banana. Sem se aperceberem, de r...